20/11/2012

Caso clínico 03

A.N.M., 70 anos, solteira, 5 filhos, católica praticante, analfabeta, fumou durante 53 anos e parou há uma semana, nega etilismo. Hipertensa, faz uso contínuode captopril e refere ter enfisema, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Foi internada com queixa de fraqueza, dispneia e tosse produtiva persistente. No exame físico constatou-se a paciente consciente, que deambula com auxílio, e possui pele e mucosas hipocoradas; apresentou MMSS frios com leitos ungueais pouco cianóticos; tórax simétrico, movimento respiratório torácico, amplitude superficial, taquidispneica, roncos embrônquios e crepitações bibasais e diminuição da expansibilidade. Constatou-se ainda extremidades com perfusão periférica maior que três segundos, pulsos rítmicos e filiformes, sem edema.  Para essa paciente foi identificado como diagnóstico de enfermagem prioritário a desobstrução ineficaz de vias aéreas.

Para o diagnóstico desse caso,constituem intervenções a serem planejadas e implementadas pelo enfermeiro:

  1. Manter cabeceira elevada a 30º; instalar oxigênio úmido de 2 a 4 L/min; orientar a ingestão de líquidos; monitorar o estado respiratório; estimular a tossir e a realizar exercícios de respiração profunda; fornecer padrões de repouso frequentes entre
  2. Manter posição de semi-Fowler; instalar oxigênio úmido de 4 a 6 L/min; orientar a ingestão de líquidos; monitorar o estado respiratório; estimular a tossir e a realizar exercícios de respiração profunda; fornecer padrões de repouso frequentes entre a
  3. Manter cabeceira elevada a 45º; instalar oxigênio úmido de 6 a 8 L/min; orientar a ingestão de líquidos; monitorar o estado respiratório; estimular a tossir e a realizar exercícios de respiração profunda; fornecer padrões de repouso frequentes entre
  4. Manter cabeceira elevada a 90º; instalar oxigênio úmido de 8 a 10 L/min; orientar a ingestão de líquidos; monitorar o estado respiratório; estimular a tossir e a realizar exercícios de respiração profunda; fornecer padrões de repouso frequentes entre
  5. Manter posição de Fowler; instalar oxigênio úmido de 1 a 2 L/min; orientar a ingestão de líquidos; monitorar o estado respiratório; estimular a tossir e a realizar exercícios de respiração profunda; fornecer padrões de repouso frequentes entre as atividades.

 

TAGS: Caso clínico

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