31/12/2011

Oxigenoterapia

“É a administração de O2 a uma pressão maior que a encontrada na atmosfera ambiental quando há uma interferência com a oxigenação normal” (PORTO,2001).

Materiais: bandeja, cateter nasal ou máscara facial, látex, umidificados, luvas de procedimento, gaze, esparadrapo, tesoura, abaixador de língua.

Método:

· Explicar ao paciente sobre o cuidado.

· Lavar as mãos.

· Organizar o material.

· Colocar o paciente em posição de Fowler

· Calçar as luvas.

· Unir o cateter ou a máscara ao látex e este ao umidificador.

· Medir, com o cateter, a distância entre a ponta do nariz e o lóbulo da orelha, marcando com esparadrapo, para determinar quanto o cateter deve ser introduzido.

· Abrir o fluxômetro e deixar fluir um pouco de oxigênio para evitar acidentes por saída intempestiva de oxigênio.

· Hiperestender (para trás) a cabeça do cliente e introduzir o cateter pelo assoalho de uma das narinas, até o ponto marcado. Ou adaptar a máscara à face do cliente e fixar com cadarço.

· No caso do cateter nasal, observar a posição deste através da boca do cliente – o extremo do cateter deve aparecer atrás da úvula: se ultrapassar o cavum, poderá haver náuseas, vômitos e perderá sua finalidade, pois o ar irá para o esôfago.

· Retirar as luvas.

· Fixar o cateter nasal com esparadrapo sobre o nariz ou a face do cliente.

· Regular o fluxo de oxigênio até a quantidade prescrita.

· Deixar o cliente confortável e o ambiente em ordem.

· Lavar as mãos.

· Anotar o cuidado prestado

 

Referências

PORTO, C. C. Semiologia médica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

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