“É a administração de O2 a uma pressão maior que a encontrada na atmosfera ambiental quando há uma interferência com a oxigenação normal” (PORTO,2001).
Materiais: bandeja, cateter nasal ou máscara facial, látex, umidificados, luvas de procedimento, gaze, esparadrapo, tesoura, abaixador de língua.
Método:
· Explicar ao paciente sobre o cuidado.
· Lavar as mãos.
· Organizar o material.
· Colocar o paciente em posição de Fowler
· Calçar as luvas.
· Unir o cateter ou a máscara ao látex e este ao umidificador.
· Medir, com o cateter, a distância entre a ponta do nariz e o lóbulo da orelha, marcando com esparadrapo, para determinar quanto o cateter deve ser introduzido.
· Abrir o fluxômetro e deixar fluir um pouco de oxigênio para evitar acidentes por saída intempestiva de oxigênio.
· Hiperestender (para trás) a cabeça do cliente e introduzir o cateter pelo assoalho de uma das narinas, até o ponto marcado. Ou adaptar a máscara à face do cliente e fixar com cadarço.
· No caso do cateter nasal, observar a posição deste através da boca do cliente – o extremo do cateter deve aparecer atrás da úvula: se ultrapassar o cavum, poderá haver náuseas, vômitos e perderá sua finalidade, pois o ar irá para o esôfago.
· Retirar as luvas.
· Fixar o cateter nasal com esparadrapo sobre o nariz ou a face do cliente.
· Regular o fluxo de oxigênio até a quantidade prescrita.
· Deixar o cliente confortável e o ambiente em ordem.
· Lavar as mãos.
· Anotar o cuidado prestado
Referências
PORTO, C. C. Semiologia médica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.


